Aqui vai uma dica para viajar mais barato usando os trens-bala, ferryboats e trens comuns no Japão. Mas antes…
… o Halloween! Apesar de não ser uma festa oriental, assim como no Brasil o excesso de contato com a cultura norte-americana tornou essa festa popular entre crianças e jovens no Japão. Cliquei estas fotos em Atami (litoral sudeste) e Shinagawa (região metropolitana de Tóquio). Vejam só que gracinhas!!!
O filme mostra um psicanalista que decide viajar para descobrir o que o faz feliz – e para que, de posse dessa informação, possa compartilhá-la com seus pacientes depressivos e paranoicos. Assim, Hector abandona uma rotina muito estável e aparentemente feliz para percorrer terras de Oriente e Ocidente.
Mora perto de Atibaia/Jarinu e está já pensando em um programa para o fim de semana? Sugerimos a Fazenda Terra Brasil – a entrada é gratuita e há um espaço bem legal, com réplicas de Aleijadinho e um labirinto gigante para crianças… e adultos também! Continuar lendo Fazenda Terra Brasil (Jarinu)→
Um lugar de paisagens desérticas e costeiras, com mistérios como o desenho do Candelabro (formação semelhante à das linhas de Nazca), belezas naturais como a Catetral (formação geológica), praias e todo o Parque Nacional de Paracas, que abrange ainda um museu com informações sobre a geologia, a história e a biodiversidade.
O livro é um mix entre dicionário temático, guia de viagem e caderno de anotações diversas. Ao final, ainda que a leitura acabe por ser um tanto superficial, não podemos negar que a obra é uma bela introdução a um país tão múltiplo. Jean-Claude não minimiza seu objeto de estudo em nenhum momento: um livro de quase 500 páginas, como o seu, não pode pretender ir além de uma breve descrição sobre um lugar culturalmente tão rico.
Estamos em Paris desde as primeiras cenas: ora diante do Louvre, ora em pleno Senna, ora frente à clichê Torre Eiffel. Ainda que no começo tenhamos a sensação de vermos um clip turístico, aos poucos esta impressão se desfaz: o diretor busca novos olhares para captar a atmosfera amorosa da capital francesa.
Coprodução brasileira e espanhola, o longa “Onde está a felicidade?” é uma divertida comédia romântica que não se abstém, contudo, de trabalhar (ainda que de modo leve e divertido) com temáticas mais profundas. Estrelado pela sumida Bruna Lombardi, o filme conta com boas atuações, trilha sonora fantástica para quem curte um som latino-americano e uma maneira diferenciada de narrar a história.
O cenário escolhido é sensacional e ajuda a desmitificar as ideias preconcebidas em torno da Colômbia – que se mostra rica em paisagens e cultura, além de ser capaz de produzir um filme delicado e profundo como este. O tom de realismo mágico da narrativa, que não segue os padrões convencionais, é outro charme da produção.
Em nome de uma promessa, um operário decide levar o corpo do amigo para ser enterrado segundo as tradições. Enquanto percorre a China inteira com o cadáver a tiracolo, o protagonista vai passando por situações cada vez mais inusitadas, que põe em xeque a sua humanidade e a daqueles que o rodeiam.
Apesar da proposta inicial do filme ser fugir do clichê cubano, eles estão todos lá: o cachimbo, o rum, a rumba, as mulheres fogosas, os discursos de Fidel. Se o enredo ganha em algo, é por apresentar traços inéditos (para os leigos) do país: sua religiosidade mestiça, sua religião, sua subversão, o eterno desejo de fuga de seus habitantes.